28 de ago. de 2010

Venezuela incrementa sus reservas probadas de gas

Un reciente descubrimiento en el bloque Cardón IV del proyecto Rafael Urdaneta, ubicado en el Golfo de Venezuela, permitió elevar los volúmenes probados.

El Universal

Venezuela aumentó sus reservas probadas de gas natural a 185.2 trillones de pies cúblicos, lo cual le adjudica el noveno lugar en la lista de países con las mayores reservas probadas de gas y el primero de América Latina, de acuerdo con lo publicado en la Gaceta Oficial Número 39.486, del 26 de agosto de 2010.
Un reciente descubrimiento en el bloque Cardón IV del proyecto Rafael Urdaneta, ubicado en el Golfo de Venezuela, permitió elevar los volúmenes probados -al 2 de junio de 2010-, conforme con un reporte de la Dirección General de Exploración y Producción de Hidrocarburos de este Ministerio.

Las reservas provienen de un yacimiento inédito e histórico de calizas arrecífales, lo cual constituye un importante hallazgo en las últimas décadas sin precedentes en el país y a nivel mundial, destacándose la presencia de un gas original en sitio de 15 trillones de pies cúbicos (TCF), incorporando así unas reservas recuperables de 9 TCF, cifras que se consideran conservadoras, en vista de que el factor de recobro utilizado es de 60%.

De las reservas incorporadas 6,4 TCF se clasifican como probadas y 2,6 TCF se clasifican como probables, equivalentes a unos 1500 MMBN (millones de barriles de petróleo).

Hasta ahora sólo han sido identificadas 10% de las reservas del bloque Cardón IV, área que tiene una extensión de 924,33 kilómetros cuadrados, según una nota de prensa del Ministerio de Energía y Petróleo.

Adicionalmente se incorporaron 172 millones de barriles de reservas probadas de condensados, de los cuales 122 millones son clasificadas como probadas y 50 millones como probables.

24 de ago. de 2010

VENEZUELA ES EL QUINTO PAÍS DEL MUNDO QUE MÁS INVIERTE EN ENERGÍA

Venezuela es el quinto país en el mundo que más invierte en energía, con más de 35 mil millones de dólares entre la industria petrolera y básica, afirmó el comisionado de Generación de la Corporación Eléctrica Nacional (Corpoelec), Félix Rodríguez.

"Mientras la crisis mundial hace estragos en las economías de Estados Unidos y Europa, en el país se ejecutan inversiones mil millonarias", comentó, de acuerdo con una nota publicada este lunes en el Correo del Orinoco.

Destacó que las tres áreas de valor agregado (generación, transmisión y distribución) que se crearon en Corpoelec permitirán optimizar las operaciones, al aligerar el entramado organizativo.

"Las mesas de trabajo lideradas por los trabajadores llegaron a la conclusión de que un sector eléctrico como el que disponía Venezuela tenía mucha dispersión, tanto de políticas como de recursos, y las experiencias que se estudiaron en el mundo apuntaban a organizarse por procesos", explicó.

Detalló que la generación se agrupará por regiones, con el objetivo de aplanar la organización. "Por ejemplo, Electrificación del Caroní (Edelca) no va a existir desde el punto operacional. El personal de la empresa involucrado en la generación reportará al comisionado, aunque la empresa mantiene la personalidad jurídica para los efectos legales. Este es un proceso que nos llevará tiempo para lograr las mejores prácticas. Estamos trabajando en esa dirección para avanzar en la transición", aclaró.

Rodríguez también subrayó la importancia de la estrategia del Ministerio del Poder Popular para la Energía Eléctrica, en aras de buscar un equilibrio entre la energía térmica y la hídrica.

Mencionó la planta hidroeléctrica El Chorrín que se construirá en Guayana con financiamiento del Fondo Chino. "Se está realizando un inventario para ubicar potenciales pequeñas plantas hidroeléctricas que atiendan las comunidades cercanas a esos puntos. La idea es no desperdiciar el agua", relató.

En los Valles del Tuy, cerca de la población de Santa Lucía, se instalará una planta de generación solar. "En los próximos cinco años se prevé producir casi mil 500 megavatios en energía eólica en la Guajira, Coche, Margarita y Paraguaná", añadió.

Apuntó que, con el fin de impulsar la soberanía tecnológica en la materia, se están constituyendo plantas ensambladoras de equipos. Una de ellas está ubicada en Carora, estado Lara, donde se fabricarán medidores para surtir el mercado nacional, con tecnología china.

Petrobras assina contrato com KL Energy para desenvolvimento de tecnologia para produção de etanol celulósico

Bagaço de cana será matéria-prima

A Petrobras, por meio da Petrobras America, informa que assinou um contrato de desenvolvimento conjunto com a KL Energy Corporation (KLEG.PK, "KLE") para a otimização da tecnologia da KLE de processamento de etanol celulósico para a utilização de bagaço de cana-de-açúcar como matéria-prima.

A última geração do processo da KLE traz importantes melhorias em comparação com a primeira geração da tecnologia, implementada em 2008 na unidade de demonstração da empresa localizada em Upton, estado de Wyoming (EUA). A unidade utiliza resíduos de madeira como matéria-prima e pode ser otimizada para utilizar vários tipos de matérias-primas.

Como parte do contrato, a Petrobras investirá US$ 11 milhões para adaptar as instalações de demonstração da KLE para utilizar bagaço e validar, por meio de testes, o processo para a produção de etanol celulósico.

Em paralelo, a Petrobras e a KLE desenvolverão um projeto de usina de etanol celulósico em escala industrial que deverá ser totalmente integrado a uma usina de cana-de-açúcar pertencente ao Grupo Petrobras, no Brasil. A usina está programada para entrar em funcionamento em 2013.

O contrato, cujo prazo inicial é de 18 meses, prevê exclusividade mútua na área de desenvolvimento de etanol celulósico a partir do bagaço de cana, e oferece à Petrobras a opção de obter uma licença para utilizar a tecnologia da KLE nos ativos do Grupo Petrobras.

Com este investimento, a Petrobras busca desenvolver mais uma alternativa para produção de biocombustíveis e produtos químicos renováveis e sustentáveis, de forma complementar às iniciativas em andamento, como por exemplo as pesquisas com microalgas para produção de óleo.

Segundo Miguel Rossetto, presidente da Petrobras Biocombustível, "a Petrobras vê o etanol celulósico como uma tecnologia promissora para aumentar a produção de etanol em cerca de 40% sem aumentar a área plantada, além de melhorar sustentabilidade de suas usinas. O contrato com a KLE irá acelerar esse esforço de desenvolvimento".

"O Brasil é líder mundial na produção de biocombustíveis competitivos de biomassa, e acreditamos que o bagaço de cana seja uma matéria-prima adequada para o nosso processo. A KLE pretende estar na vanguarda do mercado emergente de etanol celulósico no Brasil", disse Peter Gross, presidente da KL Energy Corporation.

Sobre a Petrobras
A Petrobras é uma empresa integrada de petróleo, gás e energia que opera nos seguintes segmentos da indústria: exploração e produção, abastecimento, comercialização, transporte e petroquímica, distribuição, gás natural, energia e biocombustíveis. Reconhecida por sua enorme base de recursos e por sua liderança mundial na exploração em águas profundas e ultraprofundas, a Petrobras está presente em todos os cinco continentes e em 28 países. Além disso, tem atividades em energias renováveis, especialmente biocombustíveis, área na qual mantém uma subsidiária, a Petrobras Biocombustível.

Sobre a KL Energy Corporation

A KL Energy Corp. (KLEG.PK) é uma líder no desenvolvimento e comercialização de produtos energéticos de segunda geração à base de celulose, entre os quais o etanol, a bio-lignina e produtos químicos intermediários. A instalação de demonstração comercial da KLE em Upton, estado de Wyoming é uma das primeiras instalações de demonstração de seu tipo a produzir etanol de celulose e produtos de bio-lignina a partir de resíduos de madeira. Ela utiliza um processo proprietário de pré-tratamento termo-mecânico e hidrólise enzimática que a empresa acredita ser um dos processos mais amigáveis ao ambiente no setor. Além disso, a tecnologia pode ser adaptada para utilizar diversas matérias-primas. A KLE fornece ainda serviços de engenharia, de otimização e técnicos para instalações de biocombustíveis. Mais informações estão disponíveis no website da empresa, em www.klenergycorp.com/.

Este comunicado é de caráter meramente informativo, não constitui oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não deve ser utilizado como base para qualquer decisão de investimento.

ANP realiza mais um leilão de biodiesel no dia 30 de agosto

Fonte: Canal Rural

A Agência Nacional do Petróleo realiza no dia 30 deste mês mais um leilão de biodiesel. Os fabricantes estão otimistas com o crescimento do mercado, mas, na opinião de analistas, a alta no preço do óleo de soja pode reduzir a margem de lucro das usinas.

O Brasil produz 57 bilhões de litros de biodiesel por ano. Quarenta e uma indústrias, espalhadas pelo país, se dedicam a transformar óleo vegetal em combustível - um mercado que tem incentivo do governo. A comercialização do biodiesel é feita nos leiloes promovidos pela ANP.

O empresário Alexandre Pereira participa dos leiloes desde 2007 e vem aumentando os investimentos no setor. Só neste ano foram mais de R$ 23,5 milhões para ampliar a capacidade da usina, que fica em Taubaté, interior de São Paulo.

Mas o crescimento da companhia depende dos valores pagos pelo litro do biodiesel. Para o próximo leilão do dia 30, a ANP estabeleceu o teto máximo em R$ 2,32 pelo litro, o mesmo valor praticado no ultimo leilão, realizado em maio.

A situação preocupa porque enquanto o preço do biodiesel permanece o mesmo, a cotação do óleo de soja, ainda a principal matéria prima das usinas, não para de subir. Segundo a Agência Safras, nos últimos dois meses o preço da tonelada passou de R$ 1,7 mil para R$ 1,9mil. O analista de mercado Miguel Biegai alerta que se o custo continuar aumentando, as empresas podem ter prejuízo:

– O receio é vender o biodiesel por R$ 2,32 ou R$ 2,30 e o preço do óleo de soja disparar no quarto trimestre. Vai ter um preço de venda de biodiesel fixado e o preço do insumo subindo. Ou seja, pode acontecer do preço do insumo ser mais alto, como aconteceu já. Já aconteceu do setor vender biodiesel por um preço e o óleo de soja ultrapassar em muito o preço de venda do biodiesel.

Curso da UFRJ pretende incentivar integração energética

Fonte: Agência Brasil

Trinta e cinco alunos da Colômbia, Bolívia, Costa Rica, Nicarágua, do Uruguai, Panamá e de El Salvador integram a segunda turma do curso de pós-graduação em análise econômica da integração energética. O Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inicia hoje (23) as aulas. A primeira turma recebeu, no ano passado, 25 alunos estrangeiros, procedentes principalmente do Peru.

O curso visa a “criar uma cultura a favor da integração energética”, afirmou o coordenador do Gesel, professor Nivalde de Castro. Ele explicou que como o Brasil tem uma posição catalizadora nesse processo - “é a maior economia, o maior mercado de energia elétrica, a maior rede de transmissão de energia da América Latina” – ele pode fazer essa integração, aproveitando o excedente da energia gerada nos demais países, cujos mercados são reduzidos.

Embora tenham um potencial hidrelétrico grande, os países da América do Sul não podem construir usinas hidrelétricas para aproveitamento máximo porque o mercado deles é pequeno. “E o Brasil entrando, pode trazer essa energia para o país e viabilizar economicamente a construção de usinas maiores”, avaliou Castro.

O curso se estenderá por dez meses, incluindo visitas às usinas de Itaipu, Jirau, Santo Antonio, Simplício, e a laboratórios, além de palestras com as principais autoridades do setor elétrico nacional. Na turma de 2009, participaram 25 alunos brasileiros, funcionários das empresas do Sistema Eletrobras. Este ano, o Gesel decidiu reduzir o número de integrantes brasileiros do curso para 15, de modo a elevar o total de participantes estrangeiros.

A primeira atividade extra-classe da turma será o 5º Seminário Internacional do Setor de Energia Elétrica: Integração com Energia Renovável, que o Gesel promove amanhã (24) e depois (25) no Rio de Janeiro. Serão abordados no encontro os setores elétricos da Colômbia, do Peru, da Bolívia e América Central. “O foco é a integração energética”, salientou Nivalde de Castro.

Para o economista do Gesel, o desafio para a integração está concentrado na criação de normas de regulação e operação dos mercados. Ele lembrou que para trazer energia ao Brasil, os contratos das usinas hidrelétricas devem ser de longo prazo, por 30 anos.

“Então, deve ter tratados que determinem isso e normas de regulação e operação que aceitem essa interface entre os dois países”. A elaboração de tratados bilaterais, como o firmado recentemente pelas autoridades do Brasil e Peru, pode facilitar esse processo, porque define os parâmetros da integração. “A gente está otimista, porque está conseguindo vencer toda a resistência e o medo de que a integração é problemática. E não é”, assegurou Castro.

Irã começa a operar primeira usina nuclear com urânio enriquecido na Rússia

Fonte: Agência Brasil

O Irã iniciou as operações na primeira usina nuclear do país ao carregar o reator de Bushehr com combustível fornecido pela Rússia, segundo informações da BBC Brasil. Em, no máximo, três meses a usina deverá começar a produzir energia elétrica.

A Rússia fornece o urânio enriquecido para a usina e fica responsável pela retirada do combustível após a utilização. Dessa forma, a possibilidade de desvio do urânio para a produção de armas militares fica praticamente eliminada. O urânio usado como combustível na usina tem um nível de enriquecimento de 3,5%, muito abaixo dos 90% necessários para a fabricação de armas atômicas.

O Irã está sob sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) por causa de seu programa de enriquecimento de urânio, que é apontado por muitos países como indício da intenção iraniana de produzir bombas atômicas. O governo iraniano nega a acusação e afirma que o programa nuclear é pacífico e tem como prioridade a produção de energia elétrica.

20 de ago. de 2010

Produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior cresceu 3,3% em julho

A produção média diária de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil e no exterior em julho foi de 2.580.932 barris de óleo equivalente (boed). Esse resultado ficou 3,3% acima do volume registrado no mesmo mês de 2009, quando foram produzidos 2.498.116 boed e foi 0,7% maior do que os 2.563.193 boed, produzidos em junho de 2010.

Considerando apenas os campos no Brasil, a produção média diária de petróleo e gás alcançou 2.335.861 barris de óleo equivalente, com um aumento de 3,6% em relação aos 2.254.409 boed, extraídos no mesmo mês de 2009 e de 0,9% quando comparado ao volume produzido em junho de 2010. A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais chegou a 2.005.010 barris/dia e foi 3,4 % superior aos 1.937.587 barris/dia, produzidos em julho de 2009.

Na comparação com o mês anterior (junho de 2010) o aumento da produção de petróleo de julho foi de 1,4%. Esse aumento, de 27.217 barris na produção média diária, foi consequência do início de operação da plataforma FPSO-Cidade de Santos, nos campos de Uruguá e Tambaú (Bacia de Santos) e da entrada de novos poços no FPSO-Capixaba, no Parque das Baleias, no mar do Espírito Santo (Bacia de Campos). Também contribuiu para o aumento o retorno à produção da plataforma P-43, no Campo de Barracuda (Bacia de Campos), que no mês de junho se encontrava em manutenção programada.

A produção de gás natural dos campos nacionais atingiu 52 milhões 601 mil metros cúbicos diários em julho, mantendo-se nos mesmos níveis em relação ao mês anterior e ao mesmo mês de 2009.

O volume médio de petróleo e gás natural extraídos dos campos situados nos países onde a Petrobras atua no exterior chegou a 245.071 barris de óleo equivalente por dia em julho, representando um aumento de 0,6% em relação a julho de 2009. Contribuiu para o resultado a entrada em produção de novos poços nos campos de Akpo e de Agbami, ambos na Nigéria. Quando comparado com junho de 2010, o volume apresentou uma redução de 1,2%, devido a questões operacionais em Akpo.

A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões 47 mil metros cúbicos, registrando um acréscimo de 1,1% em relação a junho de 2010, em função de maior produção na Argentina. Já em comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma redução de 6,7%, em decorrência de menor produção na Argentina, Estados Unidos e Venezuela



Observações:

* Produção Consolidada refere-se à produção proveniente das empresas controladas pela Petrobras.

** Produção Não-Consolidada refere-se à produção proveniente de empresas onde a Petrobras detém participação, mas não o controle.