Agência Brasil,em 12/08/2010
As indústrias brasileiras foram as responsáveis pela elevação de 16,12% registrada pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) na comercialização de gás natural no primeiro semestre deste ano. Elas usaram 25,3 milhões de metros cúbicos de gás por dia no período, ampliando em 28,80% o consumo, que sofrera retração no ano anterior em função da crise internacional. Isso significou 60,36% do consumo total de gás natural observado no semestre.
O coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, disse hoje (12/8) à Agência Brasil que as informações são positivas porque o gás natural é um insumo que está ampliando a participação na matriz energética do Brasil.
Para ele, a retomada do consumo pela indústria “abre um cenário muito positivo para você colocar a produção de gás natural derivada dessas novas descobertas da Petrobras e, em especial, do pré-sal, como um fator que irá, efetivamente, determinar o aumento da participação do gás natural na matriz elétrica brasileira”.
Castro enfatizou que o setor industrial está confirmando o uso desse insumo energético no processo produtivo. “E, dado ao fato de que o Brasil vai ser um grande produtor de gás natural, provavelmente com preços mais baixos, isso vai dar competitividade à indústria brasileira no aspecto relacionado à energia”.
De acordo com o levantamento da Abegás, também o setor de cogeração apresentou crescimento no de acumulado janeiro a junho, da ordem de 37,88%, passando de 2 milhões para 2,7 milhões de metros cúbicos por dia. Houve alta do consumo ainda no comércio e residências de 5,26% e 3,57%, respectivamente, enquanto os setores automotivo e termelétrico mostraram diminuição de 5,08% e 7,88%.
Em junho, o consumo de gás natural cresceu 22,16% em comparação a igual mês de 2009, destacando os aumentos nos setores termelétrico (52,56%), de cogeração (23,41%) e industrial (18,86%). Em relação ao mês anterior, houve um aumento de 12,48%, causado pelas termelétricas, que tiveram o maior percentual de consumo de gás natural (53,10%).
Os dados da Abegás revelam, ainda, que a Região Sudeste permanece na liderança do consumo de gás natural no país, com 34,4 milhões de metros cúbicos diários no mês de junho. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 10,2 milhões de metros cúbicos por dia, e Sul com 4,4 milhões de metros cúbicos por dia.
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14 de ago. de 2010
Consumo de gás natural nas indústrias retoma nível anterior à crise
19 de mai. de 2010
Acidente com Plataforma de Gás na Venezuela não será tão problemática
Província Mariscal Sucre
O projeto de exploração de gás na Província de Mariscal Sucre (PMS), leste da Venezuela, conhecido como Província de Pária (ver mapa abaixo) teve início em 2005. Visa o desenvolvimento e a exploração das reservas de gás associado e não-associado offshore, bem como a construção de uma planta para gás natural liquefeito (GNL). É a primeira vez que a Venezuela faz exploração offshore.
A produção de gás natural prevista é de 70 milhões de pés cúbicos/dia (2,8 milhões m³/dia) , com processamento de 4,7 milhões de toneladas de GNL, 300 milhões de pés cúbicos de gás metano, para atender à demanda doméstica (empresas básicas e petroquímicas). O resto será exportado. O investimento, para toda infra-estrutura, está em cerca de U$ 2,7 bilhões, de acordo com dados da PDVSA. A área total de Mariscal Sucre é de 717 km².
A produção, em escala comercial, está prevista para ter início em 2011.
A PMS compreende a exploração de quatro campos localizados a noroeste da Península de Pária: Dragón, Patao, Mejillones e Río Caribe. No Campo Dragón serão oito poços a ser explorados, em parcerias com empresas estrangeiras, entre elas a Shell. Também há um acordo entre PDVSA e Petrobras, mas não se aplica exatamente a esta exploração.
A plataforma Aban Pearl
A plataforma semi submersível Aban Pearl pertencia à empresa Petromarine Energy Services, com sede em Cingapura, que é subsidiária da indiana Aban OffShore. São 37 embarcações similares a esta no mundo. Estava alugada para a PDVSA para a extração de gás no Golfo de Pária, leste da Venezuela, especificamente do Poço Dragão 6, em operação há apenas uma semana.
De acordo com informações do Ministro de Minas e Energia (que também é presidente da PDVSA) Rafael Ramirez, uma falha no sistema de flutuação foi detectada pouco antes da meia-noite de terça-feira, quando começou a ser sentida uma inclinação importante na plataforma.
Quando chegou a um nível de irregularidade de 10 graus, segundo a PDVSA, o sistema de segurança foi ativado automaticamente. Os trabalhadores começaram a evacuação. Ao atingir 15 graus, o tubo que vincula a plataforma ao poço foi desconectado, ajudando em sua preservação. Imediatamente o poço ficou protegido por válvulas de segurança. Por essa razão, o Ministro afirma que não ocorreu nenhum dano ao meio ambiente.
Uma semana antes de entrar em operação, a certificadora Bureaux Veritas autorizou o início dos trabalhos e estava em condições ótimas, atestando o cumprimento dos procedimentos vigentes.
96 trabalhadores estavam a bordo e todos foram retirados a salvo. O capitão e mais dois ajudantes somente deixaram a plataforma, quando esta chegou a uma inclinação de 45 graus.
O Ministro Rafael Ramirez disse que sendo apenas um poço de prova, as metas de produção da PMS não serão afetadas.

Por Fecamvenez
O projeto de exploração de gás na Província de Mariscal Sucre (PMS), leste da Venezuela, conhecido como Província de Pária (ver mapa abaixo) teve início em 2005. Visa o desenvolvimento e a exploração das reservas de gás associado e não-associado offshore, bem como a construção de uma planta para gás natural liquefeito (GNL). É a primeira vez que a Venezuela faz exploração offshore.
A produção de gás natural prevista é de 70 milhões de pés cúbicos/dia (2,8 milhões m³/dia) , com processamento de 4,7 milhões de toneladas de GNL, 300 milhões de pés cúbicos de gás metano, para atender à demanda doméstica (empresas básicas e petroquímicas). O resto será exportado. O investimento, para toda infra-estrutura, está em cerca de U$ 2,7 bilhões, de acordo com dados da PDVSA. A área total de Mariscal Sucre é de 717 km².
A produção, em escala comercial, está prevista para ter início em 2011.
A PMS compreende a exploração de quatro campos localizados a noroeste da Península de Pária: Dragón, Patao, Mejillones e Río Caribe. No Campo Dragón serão oito poços a ser explorados, em parcerias com empresas estrangeiras, entre elas a Shell. Também há um acordo entre PDVSA e Petrobras, mas não se aplica exatamente a esta exploração.
A plataforma Aban Pearl
A plataforma semi submersível Aban Pearl pertencia à empresa Petromarine Energy Services, com sede em Cingapura, que é subsidiária da indiana Aban OffShore. São 37 embarcações similares a esta no mundo. Estava alugada para a PDVSA para a extração de gás no Golfo de Pária, leste da Venezuela, especificamente do Poço Dragão 6, em operação há apenas uma semana.
De acordo com informações do Ministro de Minas e Energia (que também é presidente da PDVSA) Rafael Ramirez, uma falha no sistema de flutuação foi detectada pouco antes da meia-noite de terça-feira, quando começou a ser sentida uma inclinação importante na plataforma.
Quando chegou a um nível de irregularidade de 10 graus, segundo a PDVSA, o sistema de segurança foi ativado automaticamente. Os trabalhadores começaram a evacuação. Ao atingir 15 graus, o tubo que vincula a plataforma ao poço foi desconectado, ajudando em sua preservação. Imediatamente o poço ficou protegido por válvulas de segurança. Por essa razão, o Ministro afirma que não ocorreu nenhum dano ao meio ambiente.
Uma semana antes de entrar em operação, a certificadora Bureaux Veritas autorizou o início dos trabalhos e estava em condições ótimas, atestando o cumprimento dos procedimentos vigentes.
96 trabalhadores estavam a bordo e todos foram retirados a salvo. O capitão e mais dois ajudantes somente deixaram a plataforma, quando esta chegou a uma inclinação de 45 graus.
O Ministro Rafael Ramirez disse que sendo apenas um poço de prova, as metas de produção da PMS não serão afetadas.

Por Fecamvenez
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China pode se tornar a maior compradora de gás do Qatar
Se as negociações forem fechadas, a contento dos dois países, a China pode tornar-se maior consumidor de gás do que o Japão. A Índia também está em negociações com o país árabe.
Estes contratos apenas serão possíveis, devido ao investimento em exploração e produção. Andrew Pearson, da Consultoria Wood Mackenzie, informou que o país tem uma posição importante e estatégica. "Toda a infra-estrutura está deenvolvida e há gás. Diferente do que acontece na América do Norte, cujos projetos mudaram".
A informação completa pode ser vista:
http://www.ft.com/cms/s/0/817864be-6290-11df-991f-00144feab49a.html
Estes contratos apenas serão possíveis, devido ao investimento em exploração e produção. Andrew Pearson, da Consultoria Wood Mackenzie, informou que o país tem uma posição importante e estatégica. "Toda a infra-estrutura está deenvolvida e há gás. Diferente do que acontece na América do Norte, cujos projetos mudaram".
A informação completa pode ser vista:
http://www.ft.com/cms/s/0/817864be-6290-11df-991f-00144feab49a.html
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26 de abr. de 2010
Chevron não deve investir em gás proveniente do xisto
Apesar do gás proveniente do xisto ser 30% menos poluente que o carvão, a Chevron não deve continuar seus planos de investimento neste segmento. A afirmação é de John Watson, maior executivo da companhia.
Segundo ele, os custos para produção são altíssimos. "Ainda não vemos retorno", afirmou ao Finantial Times.
http://www.ft.com/cms/s/0/272d6046-5088-11df-bc86-00144feab49a.html
Segundo ele, os custos para produção são altíssimos. "Ainda não vemos retorno", afirmou ao Finantial Times.
http://www.ft.com/cms/s/0/272d6046-5088-11df-bc86-00144feab49a.html
21 de mar. de 2010
"Opep" do gás
Esta semana, antes da reunião dos países membros da OPEP, o ministro de Energia da Argelia, Chakib Jelil, anunciou a necessidade de criar a "OPEP do gás", causando surpresa.
De acordo com as agências EFE e Reuteres, a idéia pode crescer e avançar, devido a baixa dos preços deste combustível.
Segundo o ministro, "se trata de reestabelecer o equilibrio entre a oferta e la demanda", e lembrou que a OPEP procura fazer o mesmo com o petróleo: reduzindo ou aumentado, de acordo com seus critérios.
De acordo com as agências EFE e Reuteres, a idéia pode crescer e avançar, devido a baixa dos preços deste combustível.
Segundo o ministro, "se trata de reestabelecer o equilibrio entre a oferta e la demanda", e lembrou que a OPEP procura fazer o mesmo com o petróleo: reduzindo ou aumentado, de acordo com seus critérios.
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19 de mar. de 2010
Venezuela e Bielorrúsia juntas para a produção de gás
Venezuela e Bielorrusia vão criar a empresa Bielovenezolana S.A., que produzirá 200 milhões de metros cúbicos de gás, por dia. em 2012 e atenderá um quarto das necesidades do país europeu.
Confira a íntegra:
http://www.eluniversal.com/2010/03/17/eco_ava_venezuela-y-bielorru_17A3602133.shtml
Confira a íntegra:
http://www.eluniversal.com/2010/03/17/eco_ava_venezuela-y-bielorru_17A3602133.shtml
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18 de mar. de 2010
China investe em terminais de GNL
Na tentativa de garantir o abastecimento no país e não aceitando os altos preços do Gás Natural Liquefeito, a China vai construir terminais em sua Costa Leste.
A primeira proposta é construir quatro gasodutos, mesmo que ainda não haja demanda suficiente.
A análise completa pode ser vista acessando o link da World Gas Intelligence (WGI):
http://www.energyintel.com/publicationhomepage.asp?publication_id=10
A primeira proposta é construir quatro gasodutos, mesmo que ainda não haja demanda suficiente.
A análise completa pode ser vista acessando o link da World Gas Intelligence (WGI):
http://www.energyintel.com/publicationhomepage.asp?publication_id=10
26 de fev. de 2010
Gazprom em negociação com clientes
De acordo com informações dos jornais FT, Wall Street Journal e Agência Reuters, a Gazprom, distribuidora de gás russsa, está renegociando seus contratos com alguns fornecedores. O motivo é a crise pela qual passam alguns países europeus. Os prazos revistos são para três anos. (VN)
2 de fev. de 2010
Extensão em Gestão de Empreendimentos de Petróleo e Gás
O IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveies está com inscrições abertas para o curso de Extensão em Gestão de Empreendimentos de Petróleo e Gás, em São Paulo.
É a primeira vez que o IBP oferece um curso desta natureza em São Paulo, dada a importância do Estado, com relação ás reservas petrolíferas do Brasil. O início está previsto para 26 de fevereiro. VAGAS LIMITADAS.
O coordenador executivo é o Economista e Mestre em Energia pela USP e trabalha no Departamento de Infraestrutira da Fiesp, Leonardo S. Caio.
Mais informações: www.ibp.org.br/cursos ou através do e-mail: leonardocaio@ibp.org.br
É a primeira vez que o IBP oferece um curso desta natureza em São Paulo, dada a importância do Estado, com relação ás reservas petrolíferas do Brasil. O início está previsto para 26 de fevereiro. VAGAS LIMITADAS.
O coordenador executivo é o Economista e Mestre em Energia pela USP e trabalha no Departamento de Infraestrutira da Fiesp, Leonardo S. Caio.
Mais informações: www.ibp.org.br/cursos ou através do e-mail: leonardocaio@ibp.org.br
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